1. Eficácia clínica comprovada (estudos independentes, percentagens de resultados)
2. Segurança e efeitos secundários (perfil de risco, contraindicações)
3. Mecanismo de ação (como funciona a nível biológico)
4. Facilidade de utilização (frequência de aplicação, compromisso a longo prazo)
5. Relação qualidade-preço (custo vs. resultados obtidos)