A partir dos 35 anos, a queda de cabelo não se deve a um único motivo, mas sim a quatro processos distintos que atuam simultaneamente.
Problema 1: Enrijecimento do colagénio
O colagénio que rodeia o folículo começa a ficar rígido com a idade, o stress e as alterações hormonais.
Isto "aperta" o folículo, dificultando o crescimento normal do cabelo e causando uma perda visível de densidade.
O que isto significa para si: A cada mês que passa, os seus folículos ficam mais "presos". Isto explica porque o seu cabelo cresce mais devagar, mais fino, e porque a linha do cabelo se alarga, mesmo que continue a usar os mesmos produtos. Não é a sua imaginação. É biologia
Problema 2: Menor atividade das células estaminais do folículo
As células responsáveis por iniciar o crescimento capilar tornam-se menos ativas.
Não estão mortas: simplesmente entram num estado de repouso prolongado, o que faz com que o cabelo demore mais a nascer ou cresça mais fraco.
Problema 3: Sinais de crescimento enfraquecidos
Os sinais bioquímicos que indicam ao folículo quando deve crescer são alterados pelo stress, falta de nutrientes e flutuações hormonais.
Isto faz com que os ciclos capilares encurtem e o cabelo passe mais tempo na fase de queda.
Problema 4: Microinflamação Crónica (O Fogo Invisível)
A inflamação de baixo grau —muitas vezes impercetível— cria um ambiente desfavorável para o folículo.
O resultado: mais queda, cabelos mais finos e um crescimento lento.
Aqui está a parte impactante: Mais de 70% das mulheres com mais de 35 anos apresentam os quatro problemas ao mesmo tempo.
Mas a maioria dos tratamentos no mercado apenas atua sobre um… ou, com sorte, sobre dois.
Por isso, tantas mulheres dizem:
“A biotina não funciona em mim”
“O minoxidil causou-me efeito de ressurgimento”
“O alecrim não faz nada”
E têm razão: nenhum desses produtos aborda simultaneamente os quatro processos que afetam o cabelo depois dos 35 anos.